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terça-feira, 22 de maio de 2012

Vende-se blog bem colocado


Devido à maldita crise que nos tem assolado vemo-nos obrigados a colocar este blog à venda.
Os interessados deverão enviar as propostas para:

segunda-feira, 19 de março de 2012

O que eu sempre soube acerca das mulheres mas ainda assim tive de perguntar.



Por Rui Zink

"Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se de que nem um postalinho. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos graça a pregá-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não têm o gene da violência, embora seja melhor não as provocarmos. Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogos eróticos, mas com o sexo já depende. Têm dias. Têm noites. Conseguem ser tão calculistas e maldosas como qualquer homem, só que com muito mais nível. Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabeça levam tudo à frente. Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-se mesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes. Não compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro. Sabem que na viagem há que tratar bem do passageiro e o amor é um bom fio condutor. Não são de confiança, mas até a mais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas. Comem-nos as papas na cabeça, mas depois levam-nos a colher à boca. A única coisa em nós que para elas é um mistério é a jantarada de amigos - elas quando jogam é para ganhar. E é tudo. Ah, não, ainda há mais uma coisa. Acreditam no Amor com A grande, mas para nossa sorte contentam-se com pouco."

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Top 8 os maiores idiotas do mundo

O que é o sexo?



Respostas profissionais:

- Segundo o médico e uma doença, porque sempre termina na cama.

- Segundo o advogado e uma injustiça porque sempre há um que fica por baixo.

- Segundo o engenheiro e uma máquina perfeita porque é a única em que se trabalha deitado.

- Segundo o arquitecto e um erro de projecto porque a área de lazer fica próxima a saída do esgoto.

- Segundo o politico e um ato de democracia perfeito porque todos gozam, independente da posição.

- Segundo o economista e um desajuste porque entra mais do que sai. As vezes não se sabem o que é activo ou passivo.

- Segundo o contador e um exercício perfeito: põe-se o bruto, faz-se o balanço, tira-se o bruto e fica o líquido. Podendo na maioria dos casos gerar dividendos.

- Segundo o matemático é uma perfeita equação porque a mulher coloca entre parêntese, eleva o membro a sua máxima potência, e extrai-lhe o produto, reduzindo-o a sua mínima expressão.

- Segundo o psicólogo é fo*da de explicar.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Quero ser islandês.



Islândia. O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão

A crise levou os islandeses a mudar de governo e a chumbar o resgate dos bancos. Mas o exemplo de democracia não tem tido cobertura

Os protestos populares, quando surgem, são para ser levados até ao fim. Quem o mostra são os islandeses, cuja acção popular sem precedentes levou à queda do governo conservador, à pressão por alterações à Constituição (já encaminhadas) e à ida às urnas em massa para chumbar o resgate dos bancos.

Desde a eclosão da crise, em 2008, os países europeus tentam desesperadamente encontrar soluções económicas para sair da recessão. A nacionalização de bancos privados que abriram bancarrota assim que os grandes bancos privados de investimento nos EUA (como o Lehman Brothers) entraram em colapso é um sonho que muitos europeus não se atrevem a ter. A Islândia não só o teve como o levou mais longe.

Assim que a banca entrou em incumprimento, o governo islandês decidiu nacionalizar os seus três bancos privados - Kaupthing, Landsbanki e Glitnir. Mas nem isto impediu que o país caísse na recessão. A Islândia foi à falência e o Fundo Monetário Internacional (FMI) entrou em acção, injectando 2,1 mil milhões de dólares no país, com um acrescento de 2,5 mil milhões de dólares pelos países nórdicos. O povo revoltou-se e saiu à rua.

Lição democrática n.º 1: Pacificamente, os islandeses começaram a concentrar-se, todos os dias, em frente ao Althingi [Parlamento] exigindo a renúncia do governo conservador de Geir H. Haarde em bloco. E conseguiram. Foram convocadas eleições antecipadas e, em Abril de 2009, foi eleita uma coligação formada pela Aliança Social-Democrata e o Movimento Esquerda Verde - chefiada por Johanna Sigurdardottir, actual primeira-ministra.


Durante esse ano, a economia manteve-se em situação precária, fechando o ano com uma queda de 7%. Porém, no terceiro trimestre de 2010 o país saiu da recessão - com o PIB real a registar, entre Julho e Setembro, um crescimento de 1,2%, comparado com o trimestre anterior. Mas os problemas continuaram.


Lição democrática n.º 2: Os clientes dos bancos privados islandeses eram sobretudo estrangeiros - na sua maioria dos EUA e do Reino Unido - e o Landsbanki o que acumulava a maior dívida dos três. Com o colapso do Landsbanki, os governos britânico e holandês entraram em acção, indemnizando os seus cidadãos com 5 mil milhões de dólares [cerca de 3,5 mil milhões de euros] e planeando a cobrança desses valores à Islândia.

Algum do dinheiro para pagar essa dívida virá directamente do Landsbanki, que está neste momento a vender os seus bens. Porém, o relatório de uma empresa de consultoria privada mostra que isso apenas cobrirá entre 200 mil e 2 mil milhões de dólares. O resto teria de ser pago pela Islândia, agora detentora do banco. Só que, mais uma vez, o povo saiu à rua. Os governos da Islândia, da Holanda e do Reino Unido tinham acordado que seria o governo a desembolsar o valor total das indemnizações - que corresponde a 6 mil dólares por cada um dos 320 mil habitantes do país, a ser pago mensalmente por cada família a 15 anos, com juros de 5,5%. A 16 de Fevereiro, o Parlamento aprovou a lei e fez renascer a revolta popular. Depois de vários dias em protesto na capital, Reiquiavique, o presidente islandês, Ólafur Ragnar Grímsson, recusou aprovar a lei e marcou novo referendo para 9 de Abril.

Lição democrática n.º 3: As últimas sondagens mostram que as intenções de votar contra a lei aumentam de dia para dia, com entre 52% e 63% da população a declarar que vai rejeitar a lei n.o 13/2011. Enquanto o país se prepara para mais um exercício de verdadeira democracia, os responsáveis pelas dívidas que entalaram a Islândia começam a ser responsabilizados - muito à conta da pressão popular sobre o novo governo de coligação, que parece o único do mundo disposto a investigar estes crimes sem rosto (até agora).

Na semana passada, a Interpol abriu uma caça a Sigurdur Einarsson, ex-presidente-executivo do Kaupthing. Einarsson é suspeito de fraude e de falsificação de documentos e, segundo a imprensa islandesa, terá dito ao procurador-geral do país que está disposto a regressar à Islândia para ajudar nas investigações se lhe for prometido que não é preso.

Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media - que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet. É a lição número 4 ao mundo, de uma lista que não parece dar tréguas: é que toda a revolução islandesa está a passar despercebida nos media internacionais.

Fonte:

Quando for mais crescido quero ser como este cabra...

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Milionário internado por gastar 15 milhões em sabonetes



Ed Bazinet, multimilionário de 68 anos visitava a ‘International Gift Fair’ em Nova Iorque quando chocou os comerciantes. As encomendas exorbitantes – mais de 15 milhões de euros – alertaram os presentes e também os amigos do norte-americano, que acabou internado num hospital psiquiátrico.

De acordo com o ‘New York Post’, os gastos loucos de Bazinet percorreram a feira. Uma das comerciantes chegou a recusar os seus pedidos, após uma encomenda de travessas para bolos, que ultrapassava os 150 mil euros.

“Ele só dizia: dê-me 1000 disto e 1000 daquilo. Senti-me mal por ele, porque alguma coisa de errado se estava a passar”, conta a designer Nima Oberoi.

Numa das bancas do lado, o milionário encomendou 96 mil pequenos sabonetes, num total de 1.2 milhões de euros. Mas uma das empresas confessou que irá cancelar de imediato as encomendas. Relatos revelam que este não foi o primeiro episódio do género, tendo o norte-americano gasto quase 30 milhões de euros numa feira do género em Paris.

Depois de vários exames no hospital, os médicos revelaram que Bazinet sofreu de um episódio psicótico. Foi também detectado um transtorno bipolar.

Fundador de uma das mais bem sucedidas empresas de porcelanas dos EUA – vendida em 2007 por 200 milhões de euros -, Bazinet tem uma fortuna avaliada em mais de 70 milhões. E o seu gosto pelo luxo não é recente. A sua residência em Manhattan – uma penthouse com 5 pisos e 19 quartos – está repleta de valiosas peças de arte moderna.

Fonte:

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