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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Estudante processa Facebook por violação de dados pessoais.


Max Schrems, um estudante austríaco, utilizou o Facebook durante três anos. Depois de ter cancelado a conta descobriu um formulário para pedir as informações armazenadas nos servidores e conseguiu que a empresa lhe enviasse um CD com mais de 1.200 páginas: até os emails que ele tinha apagado e conversas privadas no chat da rede social. “Nem o KGB ou a CIA têm tanta informação sobre um cidadão”, disse.

Os dados, enviados da Califórnia, estavam divididos em 57 categorias, onde constavam informações pessoais, subscrição de páginas, convicções políticas e religiosas, moradas, cartões de crédito, entre muitas outras. Depois de descobrir que a rede social tinha uma sede na Irlanda, o estudante de 24 anos decidiu iniciar um processo contra o Facebook por violação de dados pessoais. Na sua página, Europe Vs. Facebook, o jovem reuniu 22 queixas de outros utilizadores e enviou-as à autoridade irlandesa de protecção de dados, defendendo que nenhuma empresa pode armazenar dados apagados pelos clientes.

1 comentário:

  1. Esse tipo de "pessoa" é mais conhecido, aqui, como uma espécie de parasita da sociedade. Em frances chama-se MORPION e, em ingles, CRAB. Em portugues penso que se chama um verdadeiro CHATO, aquele bichinho que cresce nas partes intimas das prostitutas, das pessoas que nunca se lavam.......É, de facto, antigo e conhecido, este gesto de paneleirice........

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