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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Fui para a Patagónia...



O que faço eu aqui? Obra do eterno viajante Bruce Chatwin.


É também uma pergunta que todos nos deveríamos fazer a nos próprios! Ficou famosa a sua carta de despedida dirigida ao seu superior do Sunday Times: “Fui para a Patagónia”, simples, decidido e brutal, o espírito de aventura está presente em toda abra de Chatwin, o eterno viajante como prefiro intitula-lo, merece toda a minha admiração e consideração. Quantas almas entre nós não desejaram fazer o mesmo que Chatwin que atire a primeira pedra… Eu pessoalmente desejo-o muitas e muitas vezes… até neste preciso momento em que escreve estas linhas estou a invejar Chatwin e a sua maldita coragem de fazer do mundo seu campo de recreio. Pode não ser hoje nem amanha, mas juro que qualquer dia sigo nas peugadas de Chatwin e vou para a patagónia, mas não sem antes me despedir cordialmente do meu grande camarada Sócrates com um sempre cordial e afável “Fui para a Patagónia”.

O homem que passa toda a sua vida errando pela terra, o homem torna-se ele mesmo no caminho e não o caminhante.

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